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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
AGENDA DE RODEIO 2011
FEVEREIRO
16 à 19 - Rodeio Indoor de José Bonifácio / SP
17 à 20 - Etapa PBR Brahma Super Bull Ouro - Paranavaí /PR
24 à 27 - FEAPS - Feira Agropecuária de Pilar do Sul / SP
25 à 27 - 26º Rodeio de Luziânia / SP
25 à 27 - 1º Rodeio Unidos Pela Vida - Rancharia / SP
MARÇO
03 à 06 - Festa do Peão de Barbosa / SP
03 à 06 - Festa do Peão de Itaporanga /SP
03 à 06 - Festa do Peão de São Miguel Arcanjo / SP
04 à 06 - Festa do Peão de Tiête / SP
04 à 06 - Festa do Peão de Umuarama / PR
04 à 13 - Festa do Peão de Cotia / SP
04 à 13 - Festa do Peão de Lupionópolis / PR
10 à 13 - Festa do Peão de Pilar do Sul / SP
10 à 13 - 3º Rodeio Rancho Amizade - Terra Rica / PR
10 à 13 - Festa do Peão de Mutuca / SP
10 à 13 - Festa do Peão de Fortaleza de Minas / MG
10 à 13 - Exposição Agropecuária de Fartura / SP
10 à 13 - Rodeio de Indoor de Promissão / SP
10 à 13 - Festa do Peão de Sarapuí / SP
10 à 20 - Expo Umuarama /PR
21 à 25 - Feinco - Feira Inter. Caprinos e Ovinos-São Paulo/SP
24 à 26 - Festa do Peão de Campo Limpo Paulista / SP
24 à 03/04 - Expo Rancho Alegre D'oeste / PR
24 à 03/04 - Exposição Agropecuária Santo Antonio da Platina /SP
30 à 02/04 - 5º Mirassol Rodeio de Campeões - Mirassol / SP
31 à 04/04 - Rodeio de Senador Canedo / GO
OBS:AS DATAS ACIMA ESTÃO SUJEITAS A ALTERAÇÕES
sábado, 22 de janeiro de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O PRESÉPIO

O presépio é uma referência cristã que remete para o nascimento de Jesus na gruta de Belém, na companhia de José e Maria. Conta a Bíblia que, depois de muito tempo à procura de um lugar para albergar o casal, que se encontrava em viagem por motivo de recenseamento de toda a Galileia, José e Maria tiveram que pernoitar numa gruta ou cabana nas imediações de Belém. De acordo com a mesma fonte, Jesus nasceu numa manjedoura destinada a animais (no presépio, uma vaca e um burro) e foi reconhecido, no momento do nascimento, por pastores da região, avisados por um anjo, e, dias mais tarde, por magos (ou reis) vindos do oriente, guiados por uma estrela, que teriam oferecido ouro, incenso e mirra ao recém-nascido.
Segundo a história, estes acontecimentos ocorreram no tempo do rei Herodes, que teria mandado matar todas as crianças por medo de perder o seu trono para o futuro rei dos judeus.
Um costume de Natal
Tornou-se costume em várias culturas montar um presépio quando é chegada a época de Natal. Variam em tamanho, alguns em miniatura, outros em tamanho real. O primeiro presépio do mundo teria sido montado em argila por São Francisco de Assis em 1223. Nesse ano, em vez de festejar a noite de Natal na Igreja, como era seu hábito, o Santo fê-lo na floresta deGreccio, para onde mandou transportar uma manjedoura, um boi e um burro, para melhor explicar o Natal às pessoas comuns, camponeses que não conseguiam entender a história do nascimento de Jesus. O costume espalhou-se por entre as principais Catedrais, Igrejas e Mosteiros da Europa durante a Idade Média, começando a ser montado também nas casas de Reis e Nobres já durante o Renascimento. Em 1567, a Duquesa de Amalfi mandou montar um presépio que tinha 116 figuras para representar o nascimento de Jesus, a adoração dos Reis Magos e dos pastores e o cantar dos anjos. Foi já no Século XVIII que o costume de montar o presépio nas casas comuns se disseminou pela Europa e depois pelo mundo.
O presépio em Portugal
Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas e enraizadas nos costumes populares[1] Este é montado no início do Adventosem a figura do Menino Jesus que só é colocada na noite de Natal, depois da Missa do Galo. Tradicionalmente, é perto do presépio que são colocados os presentes que são distribuídos depois de se colocar a imagem do Menino Jesus. O presépio é desmontado a seguir ao Dia de Reis. Na maioria das cidades o presépio é montado pelas autarquias e em algumas tenta-se ter o maior presépio, como é o caso de Vila Nova de Famalicão. No entanto foi Alenquer que ganhou o epíteto de Vila Presépio depois de, em 1968, ter iniciado a tradição de montar um gigantesco presépio elaborado pelo pintor Álvaro Duarte de Almeida numa das colinas da cidade.
O Presépio Tradicional Português é - ao contrário do que encontramos nos outros países - formado por figuras tão diversas que não correspondem exactamente à época que deveriam representar. À excepção das figuras da Sagrada Família (São José, Virgem Maria eMenino Jesus), dos pastores e dos Três Reis Magos, todas as restantes figuras que surgem no Presépio Tradicional Portuguêsforam adicionadas com vista a dar uma representação "mais portuguesa" à história da Natividade. Assim, podemos encontrar figuras como: um moleiro e o seu moinho, uma lavadeira, alguns bailarinos de um rancho folclórico, uma mulher com um cântaro na cabeça, entre muitos outros personagens divertidos e tipicamente portugueses. A origem destas peças é da Região Norte de Portugal e, ainda hoje, são todas produzidas com origem artesanal.
Por sua vez, no Alentejo, o Presépio mais característico é o de Estremoz.
As cenas da Natividade de setecentos modeladas ao modo de Estremoz, resultam do trabalho das barristas de adaptação ao gosto e tradição local, dos grandes Presépios realizados em barro por artistas como Joaquim Machado de Castro.
No inicio do séc. XX estavam praticamente em desuso e a produção era rara. Sebastião Pessanha encomenda ainda um Presépio na década de 10, com 60 peças. Disse-lhe Gertrudes Rosa Marques (uma das últimas bonecreiras que ainda trabalhava em Estremoz) que já não saia um da sua oficina há muitos anos, facto que atesta o desuso da representação da Natividade nos antigos moldes.
Entretanto, durante o Regime do Estado Novo, aos bonecos de Estremoz é dado um novo alento, conhecendo os Presépios locais uma fantástica inovação, que substituiu mesmo a antiga tradição. Nos anos 30, o Director da Escola de Artes e Oficios local, o gaiense José Maria Sá Lemos, com a preciosa assistência do Mestre Oleiro Mariano da Conceição, junta os famosos Tronos de cascata de Santo António, com as principais figurinhas que compõem um Presépio. A cena passa então a ser composta por 9 peças, mais o Trono (ou Altar como alguns lhe chamam), onde estão os três Reis Magos no degrau maior, estando ao meio a Sagrada Família com o Menino dentro da Mangedoura, e no terceiro e último degrau estão três Pastores ofertantes. Hoje é este o Presépio que se considera tradicional em Estremoz.
As peças do presepio
Menino Jesus: É o filho de Deus. Foi o escolhido para ser o salvador do povo.
Maria: É a mãe do filho de Deus. Do seu ventre, nasceu Jesus Cristo.
José: É o pai adotivo do menino Jesus; foi um homem judeu, provavelmente carpinteiro/pedreiro.
curral: É o local simblizado pelo presépio. Era onde se guardavam o gado, o curral. Por isso, no presépio, Jesus fica sobre as palhas, em uma manjedoura.
manjedoura: É um lugar de aconchego onde Jesus ficou quando nasceu.É como se fosse o berço de Jesus.
O burro e o boi: Os animais representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu. "Jesus não nasceu em palácios, nem em lugares luxuosos, mas sim em meio aos animais".
Anjos: Os anjos anunciam a chegada do filho de Deus aos pastores. Eles sabem que nasceu o salvador
pastores: Os pastores são homens do campo, que simbolizam a simplicidade do povo, já que Deus acolhe todos, sem se importar com sua condição social
Estrela: A estrela de Belém é aquela que se coloca no alto da árvore. Foi ela que guiou os três Reis Magos quando Jesus Cristo nasceu.
Reis Magos: Os três Reis Magos - Melquior, Baltazar e Gaspar eram considerados sábios. Eles estavam no local onde Jesus nasceu. Eles vieram do Oriente conduzidos pela estrela. Chegaram à cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes: mirra, ouro e incenso. O padre explica que o ouro representava a realeza, a mirra era símbolo da paixão e o incenso significava a oração
O presépio em Portugal
Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas e enraizadas nos costumes populares[1] Este é montado no início do Adventosem a figura do Menino Jesus que só é colocada na noite de Natal, depois da Missa do Galo. Tradicionalmente, é perto do presépio que são colocados os presentes que são distribuídos depois de se colocar a imagem do Menino Jesus. O presépio é desmontado a seguir ao Dia de Reis. Na maioria das cidades o presépio é montado pelas autarquias e em algumas tenta-se ter o maior presépio, como é o caso de Vila Nova de Famalicão. No entanto foi Alenquer que ganhou o epíteto de Vila Presépio depois de, em 1968, ter iniciado a tradição de montar um gigantesco presépio elaborado pelo pintor Álvaro Duarte de Almeida numa das colinas da cidade.
O Presépio Tradicional Português é - ao contrário do que encontramos nos outros países - formado por figuras tão diversas que não correspondem exactamente à época que deveriam representar. À excepção das figuras da Sagrada Família (São José, Virgem Maria eMenino Jesus), dos pastores e dos Três Reis Magos, todas as restantes figuras que surgem no Presépio Tradicional Portuguêsforam adicionadas com vista a dar uma representação "mais portuguesa" à história da Natividade. Assim, podemos encontrar figuras como: um moleiro e o seu moinho, uma lavadeira, alguns bailarinos de um rancho folclórico, uma mulher com um cântaro na cabeça, entre muitos outros personagens divertidos e tipicamente portugueses. A origem destas peças é da Região Norte de Portugal e, ainda hoje, são todas produzidas com origem artesanal.
Por sua vez, no Alentejo, o Presépio mais característico é o de Estremoz.
As cenas da Natividade de setecentos modeladas ao modo de Estremoz, resultam do trabalho das barristas de adaptação ao gosto e tradição local, dos grandes Presépios realizados em barro por artistas como Joaquim Machado de Castro.
No inicio do séc. XX estavam praticamente em desuso e a produção era rara. Sebastião Pessanha encomenda ainda um Presépio na década de 10, com 60 peças. Disse-lhe Gertrudes Rosa Marques (uma das últimas bonecreiras que ainda trabalhava em Estremoz) que já não saia um da sua oficina há muitos anos, facto que atesta o desuso da representação da Natividade nos antigos moldes.
Entretanto, durante o Regime do Estado Novo, aos bonecos de Estremoz é dado um novo alento, conhecendo os Presépios locais uma fantástica inovação, que substituiu mesmo a antiga tradição. Nos anos 30, o Director da Escola de Artes e Oficios local, o gaiense José Maria Sá Lemos, com a preciosa assistência do Mestre Oleiro Mariano da Conceição, junta os famosos Tronos de cascata de Santo António, com as principais figurinhas que compõem um Presépio. A cena passa então a ser composta por 9 peças, mais o Trono (ou Altar como alguns lhe chamam), onde estão os três Reis Magos no degrau maior, estando ao meio a Sagrada Família com o Menino dentro da Mangedoura, e no terceiro e último degrau estão três Pastores ofertantes. Hoje é este o Presépio que se considera tradicional em Estremoz.
As peças do presepio
Menino Jesus: É o filho de Deus. Foi o escolhido para ser o salvador do povo.
Maria: É a mãe do filho de Deus. Do seu ventre, nasceu Jesus Cristo.
José: É o pai adotivo do menino Jesus; foi um homem judeu, provavelmente carpinteiro/pedreiro.
curral: É o local simblizado pelo presépio. Era onde se guardavam o gado, o curral. Por isso, no presépio, Jesus fica sobre as palhas, em uma manjedoura.
manjedoura: É um lugar de aconchego onde Jesus ficou quando nasceu.É como se fosse o berço de Jesus.
O burro e o boi: Os animais representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu. "Jesus não nasceu em palácios, nem em lugares luxuosos, mas sim em meio aos animais".
Anjos: Os anjos anunciam a chegada do filho de Deus aos pastores. Eles sabem que nasceu o salvador
pastores: Os pastores são homens do campo, que simbolizam a simplicidade do povo, já que Deus acolhe todos, sem se importar com sua condição social
Estrela: A estrela de Belém é aquela que se coloca no alto da árvore. Foi ela que guiou os três Reis Magos quando Jesus Cristo nasceu.
Reis Magos: Os três Reis Magos - Melquior, Baltazar e Gaspar eram considerados sábios. Eles estavam no local onde Jesus nasceu. Eles vieram do Oriente conduzidos pela estrela. Chegaram à cidade de Belém, local de nascimento do menino Jesus, trazendo presentes: mirra, ouro e incenso. O padre explica que o ouro representava a realeza, a mirra era símbolo da paixão e o incenso significava a oração
A história do presépio de Natal
A História do Presépio de Natal
Ao lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. A palavra presépio significa “um lugar onde se recolhe o gado; curral, estábulo”. Porém, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo.
Os cristãos já celebravam a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III, mas a tradição do presépio, na sua forma atual, tem as suas origens no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração ao Menino Jesus eram representadas de outras maneiras. As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI e, no século seguinte, a primeira réplica da gruta no Ocidente foi construída em Roma.
Presépio de Natal: o início da tradição
No ano de 1223, no lugar da tradicional celebração do natal na igreja, São Francisco, tentando reviver a ocasião do nascimento do Menino Jesus, festejou a véspera do Natal com os seus irmãos e cidadãos de Assis na floresta de Greccio. São Francisco começou então a divulgar a idéia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus.
De lá pra cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalino se difundiu pelo mundo criando uma ligação com a festa do Natal. Já no século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava completamente inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica.
Neste mesmo século, vindo de Nápoles, o hábito de manter o presépio nas salas dos lares com figuras de barro ou madeira difundiu-se por toda a Europa e de lá chegou ao Brasil. Hoje, nas igrejas e nos lares cristãos de todo o mundo são montados presépios recordando o nascimento do Menino Jesus, com imagens, de madeira, barro ou plástico, em tamanhos diversos.
Atualmente, tradições natalinas antigas como a árvore de natal, o Papai Noel, a ceia de natal, o presépio e as músicas natalinas dão forma à celebração doNatal ao redor do mundo.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Calendário Rodeio 2011 – Festa do Peão
Caso você não possa curtir esse ano os rodeios, mas pretende se planejar para as festas de peões de 2011, não tenha pressa, pois, o calendário das festas e as suas atrações ainda não foram divulgados. Mas, tenha certeza, assim que tivermos mais notícias lhe informaremos sobre tudo.
Volte em breve!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
INDIOS SIOUX - uma das mais ricas civilizações nativas da América do Norte.

A civilização sioux (ou dakota) é bastante diversificada, e ainda se subdivide em outros três grandes grupos: os tétons, yanktons e santees. Dentro de cada uma dessas divisões temos a presença de uma infinidade de tribos entre as quais se destacavam os hunkpapas, os oglalas e brulés. Em geral as tribos pertencentes à civilização sioux se encontravam na atual região nordeste dos Estados Unidos, local marcado pelas pradarias e os rios da bacia do Missouri e do Mississipi.
Os sioux eram aliados dos índios chayennne e tinham os crow como seus mais tradicionais inimigos. Antes da chegada dos colonizadores espanhóis, essa civilização realizava constantes deslocamentos territoriais em busca das manadas selvagens de gado. Com o contato com os colonizadores espanhóis, os sioux passaram a utilizar o cavalo nas atividades de caça e, com isso, sofreram um processo de sedentarização. A partir de então puderam gastar mais tempo na realização de rituais religiosos e mágicos.
Depois do processo de independência dos Estados Unidos, os conflitos entre os colonizadores e os povos sioux aumentaram significativamente. A resistência dessa grande civilização indígena se prolongou até o final do século XIX e marcou o processo de destruição das populações nativas da América do Norte. Atualmente, os remanescentes dos sioux se reduzem a pequenas populações que vivem nos estados de Dakota do Norte e Dakota do Sul.
Por Rainer Sousa
terça-feira, 5 de outubro de 2010
NAVAJOS


Os navajos são uma tribo indígena da América do Norte, da família lingüística Athapaskan (idioma navajo) e da área cultural Sudoeste. Originalmente, imigraram das áreas do norte e durante o século XVI tornaram-se um povo pastor e caçador. A tribo vive numa reserva no nordeste do Arizona e continua em partes do Novo México e Utah. É a maior reserva indígena dos Estados Unidos, estendendo-se por uma enorme área que vai desde Grants no Novo México, até o Grand Canyon, no Arizona; de Holbrook, no centro do Arizona até o Rio San Juan, já no Colorado, inclui Monument Valley, parte do Deserto Pintado e parte da Floresta Petrificada.
De acordo com o censo estadunidense de 1990, o total de índios navajos era de 220 mil, vivendo em 6 milhões de hectares, com um produto interno bruto estimado em 50 milhões de dólares.
História
Os navajos entraram em conflito com os colonizadores espanhóis e com os mexicanos no fim do século XVIII e começo do século XIX. Seus contatos com os espanhóis foi curto, mas importante, pois introduziram cavalos, ovinos e caprinos, o que deu grande impulso na economia. Em 1846, os navajos assinaram seu primeiro tratado com o governo dos Estados Unidos, mas alguns conflitos com as tropas do exército, motivados sempre pela ganância levaram às hostilidades em 1849.
Um grande e polêmico conflito se estendeu até 1863, quando o exército, sob o comando de Kit Carson, caçador e explorador do exército (não confundir com o Kit Carson das aventuras de TEX), promoveu uma longa campanha contra os navajos e capturaram oito mil deles, que foram enviados a pé num percurso de cerca de 600 quilômetros para uma reserva em Forte Summer, no Novo México, episódio este que ficou conhecido na história dos navajos como "A Grande Caminhada".
Nesta reserva, a tribo sofreu diversos males, entre doenças e baixas colheitas e ainda foram atacados por outras tribos nativas da região. Um novo tratado foi assinado em 1868 e os sobreviventes foram levados de volta para a antiga reserva, presenteados com ovelhas e gado e aceitaram viver em paz com os colonos americanos. Em 1884, a reserva aumentou de tamanho, para atender à grande nação que se formava.
Durante o começo do século XIX a tribo prosperou, a população dobrou e terras foram adicionadas a reserva para dar condições de vida aos navajos. Durante a II Guerra Mundial, muitos navajos serviram nas forças armadas e isto é motivo de muito orgulho para muitos descendentes deles até os dias de hoje.
O filme Windtalkers (2002) conta como soldados navajos ajudaram os aliados na II Guerra Mundial, desenvolvendo um código de encriptaçãobaseado em sua complexa língua.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
POVO INDIGENA NORTE AMERICANO

Os Cheyennes são um povo indígena estadunidense, uma vez conhecido como o "povo belo", sistematicamente extinto pela política indígena do país. Entre os piores massacres promovidos contra os Cheyennes, está o ataque ao acampamento de Sand Creek.
Os Cheyennes nativos americanos eram caçadores de búfalos nômades. Com a introdução do cavalo, eles prosperaram nas planícies e também por ter um governo altamente organizado. Com renomados guerreiros, grande espiritualidade e valores éticos, os Cheyennes se tornaram famosos na América Nativa.
Antes do século XIX os Cheyennes viviam uma vida tranqüila na grande região de Minnesota. Estavam vivendo nas áreas de bosque pantanosas daquela terra. Durante este período, um grande motim de tribos indígenas, causado pela expansão do homem branco europeu, forçaram os Cheyennes para fora de sua região, levando-os para o Oeste. Eles migraram eventualmente para as Grandes Planícies, onde se ramificaram em facções nômades: uns caçavam búfalos e outros eram guerreiros montados. Aqui, a nação dos Cheyennes e sua cultura evoluíram ficando famosos desde então. São guerreiros formidáveis, caçadores, com mulheres fortes e éticas, pessoas com uma relação harmoniosa com o ambiente natural.
Também durante este período, duas facções Cheyenne que tinham perdido o contato no passado distante, cada uma delas sem conhecimento da existência da outra, inesperadamente se encontraram em um confronto de caça, onde então se reuniram, depois de descobrir que eram pessoas que realmente tinham algo em comum. Estas duas tribos eram os Suhtai e os Tis-tis-stahts que em algum lugar no tempo ancestral devem ter sido forçados a se separar, destinados a se reunirem séculos depois.
Cada tribo trouxe algo sagrado e instrumental sem igual, que completou a outra nação. Os Tis-tis-stahts trouxeram a Convenção das Setas Sagradas, junto com a infra-estrutura de governo, um conselho de quarenta e quatro chefes e estrutura de exército. Os Suhtai trouxeram a Convenção do Chapéu de Búfalo Sagrado, junto com a maioria das cerimônias religiosas, inclusive a "Grande Cerimônia do Xale", geralmente conhecida como a Dança do Sol. Juntos, os Cheyennes cresceram em uma poderosa tribo, formando alianças com outras tribos, Lakota, Sioux e Arapaho. Embora os Cheyennes lutassem com diferentes tribos tais como os Pawnee, Kiowa, Corvo, Shoshoni e outros, obtiveram sucesso ampliando seus territórios de Dakota, Montana, para o Novo México e Arkansas.
Em meados de 1800, os Estados Unidos começaram a ampliar suas cidades e demarcaram seus novos territórios sobre as terras dos índios das Planícies. O contato entre os Cheyennes e o Homem Branco ficou mais freqüente e permaneceu relativamente calmo até o infame "Massacre do Riacho de Areia" em novembro de 1864, onde foram mortos mais de cem Cheyennes e Arapahos que estavam sob os cuidados do grande chefe Chaleira Preta, e sob a proteção do exército norte-americano. O ato inegável de genocídio e as mutilações que ocorreram, fizeram com que os Cheyennes não tivessem alternativa, a não ser entrar em mais de vinte guerras por ano, o que só poderia terminar com a dizimação deles e a sua conquista pelo homem-branco.
Embora fossem superados eventualmente pelo exército norte-americano, os Cheyennes, Sioux e Arapaho puderam derrotar o mesmo exército nas várias batalhas principais, inclusive a Batalha do "Pequeno Grande Chifre", onde o General George A. Custer fez o "último posto legendário". Apesar desta tremenda vitória, provou-se só ser a última grande vitória do americano nativo; um assédio infinito do exército norte-americano abastecido por sentimentos de vingança por Custer, culminou com o fato de que o búfalo (a fonte mais sagrada de alimento) fosse erradicado. Essa foi a destruição eminente soletrada para os Cheyennes e os outros povos nativos.
Os Cheyennes de hoje ainda estão lutando por sua existência. Existem ainda os que acreditam e praticam o modo tradicional de vida e lutam para preservar o idioma, a religião, a identidade e outros que são assimilados pelo mundo moderno. Enquanto isso, a forma atual de governo tribal luta por autodeterminação, enquanto as condições e restrições federais abundam e o estado força a autoridade cada vez mais em cima das reservas indígenas que diminuem o próprio poder do americano nativo e sua Soberania.

Os Cheyennes começaram a usar a medicina nativa em cerimônias na Tipi no final de 1800. Em 1884 foram visitados por Quananh Parker (um mestiço, chefe comanche), que realizou muitas cerimônias para eles. Naquele mesmo ano, um pouco mais tarde, Leonard Taylor e John Turtle e sua mulher Dog Woman (cheyennes) foram para as terras Kiowa e aprenderam a cerimônia à moda deles.
Anos mais tarde, surgiu a primeira Igreja Nativo Americana N.A.C., que integrou várias tribos, tendo como local de cerimônia a Tipi. Esta cerimônia se destacou por usar orações, canções e propagar a paz.

terça-feira, 21 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Selo Verde CNAR CERTIFICAÇÃO RODEIO LEGAL "Seu Rodeio dentro da Lei"


A CNAR, Confederação Nacional de Rodeio, maior entidade do rodeio nacional, exerce sua competência na gestão corretiva destas atividades, a qual está ordenada e regulamentada atualmente pelas seguintes leis federais: Lei 10.519, de 17 de Julho de 2002 e Lei 10.220, de 11 de Abril de 2001.
Visando imprimir agilidade nas ações de orientação, fiscalização e controle da atividade, os Organizadores de Rodeios, as Ong's protetoras de animais e o Poder Público, a CNAR, Confederação Nacional de Rodeio, criou o "SELO VERDE - CERTIFICAÇÃO RODEIO LEGAL - SEU RODEIO DENTRO DA LEI", um instrumento que possibilita a fiscalização coordenada e direta, através de procedimentos normativos que conduzem essa certificação.
O objetivo desta certificação é promover retorno positivo aos Organizadores de Rodeios, Prefeituras e Patrocinadores, através obtenção do SELO VERDE - RODEIO LEGAL, garantindo a adequação da defesa sanitária animal - impedindo todo tipo de injúrias, como também a promoção de ações de responsabilidade social e ambiental junto ao evento, como reciclagem de todo resíduo sólido e apoio à entidades assistenciais da cidade, entre outras.
Em Assembleia Geral do SEPROESP - SINDICATO DAS ENTIDADES E EMPRESAS PROMOTORAS DE EVENTO DE RODEIO DO ESTADO DE SÃO PAULO, o Selo Verde "RODEIO LEGAL" foi aceito e aprovado pelo Sindicato que determinou a adoção deste selo em todo Estado de São Paulo, apondo a sua assinatura no mesmo, com anuência da CNAR, onde todos os rodeios deverão apresentar esta certificação, que é a garantia da fiscalização de todas as ações quanto a defesa sanitária animal, quando da realização de rodeios, de acordo com as Leis Federais nº 10.519 e 10.220.
A implantação do Selo Verde "RODEIO LEGAL", será feita de maneira gradativa e constante, através da CNAR e das Federações Estaduais, até que se estabeleça a conscientização entre todos os Organizadores de Rodeios do país.
Roberto Vidal - Presidente
sábado, 31 de julho de 2010
Caconde realiza 1ª Festa do Café com rodeio e shows
Programação segue até o dia 8 de agosto
Caconde realiza a partir deste sábado (31) a 1ª Festa do Café. O evento, que reunirá bailes, shows, rodeio e pratos típicos feitos com café, será realizado para comemorar a boa safra do produto.
A abertura da festa é neste sábado, às 23h, no pátio do ginásio de esportes, com o baile da escolha da rainha da festa. No domingo (1º/8), a partir das 10h, haverá prova de marcha de equinos e muares.
Na programação musical, haverá shows com Duduca e Dalvan, Caio César e Diego, Pedro e Nando entre outros. A festa vai até o dia 8 de agosto

Quem sou eu
- TEXAS ANGELS
- Uma loja que chegou há 12 anos para animar o mundo country e as arenas do Sul de Minas, trabalhando sempre com produtos de 1ª linha. Nossos Parceiros: 8 SEGUNDOS, TASSA, RODEO WAY, DURANGO BOOTS, RADADE, AUSTIN, SMITH BROTHERS,20 X, WRANGLER, PAUL WESTERN, FREEDON, JÁCOMO, VIMAR, SUMETAL, VINAGRE,CURY, MUNDIA CHAPÉUS,ELDORADO, SIBU, MASTER,ORIENTE e muito mais. Venha conferir.
