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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Regras Gerais do Rodeio de Montaria
Uniforme: É exigido aos competidores o uso de chapéu ou capacete; calça de couro abotoada, bota ou botina e camisa de manga comprida com o punho da mão livre abotoado. Colete de proteção é obrigatório para montaria em touro e opcional para as demais modalidades.
Animais para final da Etapa: A escolha dos animais para a final da Etapa fica a cargo do Comitê de Rodeio de Montaria, devendo ser feita imediatamente após a realização da última classificatória.
Tempo Limite: O competidor tem que estar posicionado em cima do animal, com a luva, quando o animal anterior sair do brete e ele for avisado de sua entrada. Caso fique constatado pelo fiscal de brete que o animal não deu condições, o competidor terá direito a nova preparação; caso contrário, ele será desclassificado.
Avaliação: Será de 0 a 100, valendo número inteiros. A nota do competidor e do animal devem ser marcadas separadamente. A nota final é composta por 50% da nota do competidor e 50% da nota do animal e deverá ser divulgada logo após a apresentação. Cada um dos juízes deve fazer sua avaliação de 0 a 50 pontos, considerando a performance de competidor e animal; sendo que o resultado final é a soma das notas dos dois juizes.
Apelo: Durante a apresentação, a mão que fica livre (mão de equilíbrio) não deve tocar no animal, no próprio corpo do competidor e (ou) em partes da estrutura da arena (brete, porteira, cerca, etc.), ou ainda montar com as esporas apoiadas nos nós da corda, sendo considerado apelo qualquer uma destas ações. Para apelo a nota é zero. Caso o competidor acidentalmente apoie-se no nó da corda terá de livrar-se desta posição o mais rápido possível, esta decisão fica a critério do juiz. Caso o competidor toque o animal, por questões de segurança ou para defender-se, fica a critério do juiz decidir se o mesmo obteve vantagem.
Reride ou Repete: O competidor tem direito a Reride quando o juiz considerar conveniente ou quando for prejudicado por:* falha no equipamento do tropeiro; * animal que parar ("embuchar"); * animal que não der condições do competidor sair do brete; * animal que se jogar no chão e encostar a barriga no solo; * quando o competidor se machucar no brete, na sôlta.
Especificamente para Cutiano:Será obrigatório o uso de Reride quando o animal correr, embuchar ou cair na sôlta. Em qualquer desses casos, o juiz deve, imediatamente, informar a opção do Reride, ficando a cargo do competidor aceitar a nota ou o reride imediatamente. Só será permitido um Reride por competidor nas modalidades Sela Americana, Bareback e Cutiano. Casos para substituição dos animais: os juízes têm autonomia para decidir a volta ou substituição do animal, nos seguintes casos: * queda do sedém; * cavaleiro bateu a perna no brete, na sôlta; * ineficiência comprovada do animal; * animal virou no brete, prejudicando a montaria; * doença ou ferimento constatados antes da competição.
Desacato: Está sujeito a penalidades o competidor que desacatar ou desrespeitar juízes, diretores, organizadores, prestadores de serviços, funcionários, competidores e (ou) público do rodeio.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Vocabulario do cowboy
Os COWBOYS ja tem ate seu proprio vocabulario.
Vejam:
Abeia braba: É o peão fraco, que não-consegue ficar em cima do animal.
Ajeitado:bonito
Apelo:Algum tipo de falta cometida pelo cowboy na montaria.
Apurrinhado:touro ou cavalo bom para rodeio.
Baixeiro:Manta/ protetor de tecido usada entre o dorso do animal e o arreio
Barreira:Fita que delimita o início da prova e que não pode ser "queimada".
Bicharedo:pessoa legal
Bitelo: boa-pintaBoqueta:coisa ruim
Bruaca:Mala de couro, estilo baú, no qual as comitivas levam seus mantimentos e talheres.
Cabeceira:Excelente cowboy.
Cabeceiro:Quando o peão laça o animal pela cabeça.
Cancha:contar vantagem
Carregado:quem usa roupa country com muitas franjas e bordados
Cavalo veiaco:Cavalo de difícil montaria.
Cavalo xucro:Animal selvagem, que não dá doma.
Cernelha:parte do animal entre a crina e o dorso
Chaiene:mulher bonita
Chique até:pessoa bem vestida ou algo muito bonito
Coité:Copinho de cabaça para tomar pinga.
Consolação:Cachê recebido pelo peão.
Corote:Tonel de madeira para colocar a pinga.
Cumpa:amigo
Cutiano:É um instrumento de couro usado para montaria, que também dá nome a um estilo de montaria.
Dar febre:incomodar, dar trabalho e preocupação
Dirrubada:Péssimo rodeio.Duro em boi:peão bom
Escorpião no bolso:Cowboy pão-duro, não gasta com nada, mão-de-vaca.
Espritado:pessoa agitada. Pode ser usado também pra cavalos e bois
Estribo:Lugar onde o cowboy coloca os pés.
Fantasma:Peão medroso, que tem medo do animal.
Fervo:festa boaGinetada:Ato de montar e esporear.
Ginete:É o nome dado aos peões.
Guaiaca:Cinto de couro que possui várias partes para colocar moedas, canivete, dinheiro.
Guampo:Copo feita de chifre para se beber água.
Ir pro Goiás:o mesmo que levar um caloteJogar pedra nas pombinhas:segurar vela, atrapalhar a paquera de alguém
Lagarta no algodão:Termo usado quando o cowboy quase se machuca durante a montaria. Loro:Correia onde se prende o estribo.
Madrinheira ou madrinheiro:Pessoa responsável pelo resgate dos competidores na arena após a montaria.
Mala-de-louco:Peão que não tem estilo, mas que consegue parar no animal.
Manta:Bife grosso.
Mofete:pessoas chata
Moiá as palavras:Tomar uma cachaça.
Negar pulo:Quando o animal empaca no meio da arena, se recusa a pula.
Palhaço salva-vidas:Profissional que fica distraindo os animais na arena após a montaria dos peões, reconduzindo-os aos bretes.
Pamonha:premiação do rodeio
Peia:Corda usada para amarrar o animal.
Peiteira:Apoio no peito do animal para equilíbrio do peão.
Peseiro:Quando o peão laça o animal pelo pé.
Pialo:tombo
Pito:Saliência da parte dianteira da sela western (cabeça), onde se amarram os laços, ponto de apoio do laço na parte posterior da sela
Polaco:Sinos de metal colocados no touro para irritá-lo.
Queixo-duro ou queixudo:Animal que não atende aos comandos das rédeas(correia para comandar as cavalgadas).
Sedém:Cinta que se amarra na virilha do animal, de crina e pêlo, provocando cócegas e fazendo que ele pule.
Sédem no talo:Calça jeans bem apertada.
Sinueiro:Boi experiente que comanda a manada, esperto, chefe da tropa.
Tá no náilon:mulher conquistada
Traiado ou "na traia":adepto de roupa country legítima e completa.
Trempe:Chapa de fogão dobrável usada nas comitivas.
Tropa:Grupo de cavalos e touros de aluguel para os rodeios.
Tropeiro:Dono das tropas
Vazar:Ir emboraIsso
não vira não:Não vai dar certo
Cê é um raio né!:você é rápido
Tem base?:Dá pra acreditar
************************************************
Vejam:
Abeia braba: É o peão fraco, que não-consegue ficar em cima do animal.
Ajeitado:bonito
Apelo:Algum tipo de falta cometida pelo cowboy na montaria.
Apurrinhado:touro ou cavalo bom para rodeio.
Baixeiro:Manta/ protetor de tecido usada entre o dorso do animal e o arreio
Barreira:Fita que delimita o início da prova e que não pode ser "queimada".
Bicharedo:pessoa legal
Bitelo: boa-pintaBoqueta:coisa ruim
Bruaca:Mala de couro, estilo baú, no qual as comitivas levam seus mantimentos e talheres.
Cabeceira:Excelente cowboy.
Cabeceiro:Quando o peão laça o animal pela cabeça.
Cancha:contar vantagem
Carregado:quem usa roupa country com muitas franjas e bordados
Cavalo veiaco:Cavalo de difícil montaria.
Cavalo xucro:Animal selvagem, que não dá doma.
Cernelha:parte do animal entre a crina e o dorso
Chaiene:mulher bonita
Chique até:pessoa bem vestida ou algo muito bonito
Coité:Copinho de cabaça para tomar pinga.
Consolação:Cachê recebido pelo peão.
Corote:Tonel de madeira para colocar a pinga.
Cumpa:amigo
Cutiano:É um instrumento de couro usado para montaria, que também dá nome a um estilo de montaria.
Dar febre:incomodar, dar trabalho e preocupação
Dirrubada:Péssimo rodeio.Duro em boi:peão bom
Escorpião no bolso:Cowboy pão-duro, não gasta com nada, mão-de-vaca.
Espritado:pessoa agitada. Pode ser usado também pra cavalos e bois
Estribo:Lugar onde o cowboy coloca os pés.
Fantasma:Peão medroso, que tem medo do animal.
Fervo:festa boaGinetada:Ato de montar e esporear.
Ginete:É o nome dado aos peões.
Guaiaca:Cinto de couro que possui várias partes para colocar moedas, canivete, dinheiro.
Guampo:Copo feita de chifre para se beber água.
Ir pro Goiás:o mesmo que levar um caloteJogar pedra nas pombinhas:segurar vela, atrapalhar a paquera de alguém
Lagarta no algodão:Termo usado quando o cowboy quase se machuca durante a montaria. Loro:Correia onde se prende o estribo.
Madrinheira ou madrinheiro:Pessoa responsável pelo resgate dos competidores na arena após a montaria.
Mala-de-louco:Peão que não tem estilo, mas que consegue parar no animal.
Manta:Bife grosso.
Mofete:pessoas chata
Moiá as palavras:Tomar uma cachaça.
Negar pulo:Quando o animal empaca no meio da arena, se recusa a pula.
Palhaço salva-vidas:Profissional que fica distraindo os animais na arena após a montaria dos peões, reconduzindo-os aos bretes.
Pamonha:premiação do rodeio
Peia:Corda usada para amarrar o animal.
Peiteira:Apoio no peito do animal para equilíbrio do peão.
Peseiro:Quando o peão laça o animal pelo pé.
Pialo:tombo
Pito:Saliência da parte dianteira da sela western (cabeça), onde se amarram os laços, ponto de apoio do laço na parte posterior da sela
Polaco:Sinos de metal colocados no touro para irritá-lo.
Queixo-duro ou queixudo:Animal que não atende aos comandos das rédeas(correia para comandar as cavalgadas).
Sedém:Cinta que se amarra na virilha do animal, de crina e pêlo, provocando cócegas e fazendo que ele pule.
Sédem no talo:Calça jeans bem apertada.
Sinueiro:Boi experiente que comanda a manada, esperto, chefe da tropa.
Tá no náilon:mulher conquistada
Traiado ou "na traia":adepto de roupa country legítima e completa.
Trempe:Chapa de fogão dobrável usada nas comitivas.
Tropa:Grupo de cavalos e touros de aluguel para os rodeios.
Tropeiro:Dono das tropas
Vazar:Ir emboraIsso
não vira não:Não vai dar certo
Cê é um raio né!:você é rápido
Tem base?:Dá pra acreditar
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
MODALIDADES DE PROVAS E DE RODEIOS

Desempenhar a função de rédeas em um cavalo não siginifica apenas guiá-lo, mas também dominar todos os seus movimentos. Em rédeas, é pedido ao cavaleiro para desempenhar um dos 13 percursos existentes pré-estabelecidos, os quais incluem: manobras prescritas de esbarros, spins (giros de 360 graus), rollbacks (esbarro com mudança de direção em 180 graus saindo ao galope), mudança de mão e círculos ao galope. O cavalo deve ser voluntariamente guiado com pouca ou nenhuma resistência. O cavalo é julgado nos seus movimentos, cumprimento do percurso e atitude. A nota é de 0 a 100, com média baseada em 70.

Essa modalidade é muito praticada nas regiões Norte e Nordeste do País, onde os vaqueiros participam em dupla formada pelo puxador e o esteira.O esteiro terá que controlar o boi desde a saída do brete e passará o rabo da rês para o puxador que fará sua derrubada dentro de uma área estabelecida (entre duas faixas pintadas de cal com um vão de 10 metros).Este trabalho só será válido se o boi ao cair estiver com as 4 patas para cima e se levantar totalmente dentro das faixas sem tocá-las.Esta modalidade atrai centenas de competidores em busca de grandes prêmios.A vaquejada é um dos grandes esportes de maior apelo popular no Norte e
A prova de Seis Balizas coloca o cavalo Quarto de Milha como um esquiador deslizando em seus esquis.Esse evento contra o cronômetro testa a agilidade e velocidade do cavalo. O percurso consiste em uma série de 6 balizas distantes 6,50 mts uma das outras, nas quais cavalo e cavaleiro vão trançando (costurando) as balizas em alta velocidade.O cavalo corre até o final delas, vira na última e retorna trançando para fora e para dentro, trabalhando no caminho de volta para a 1ª baliza. Então, ele faz o contorno na baliza da frente e volta costurando as balizas novamente, até atingir a última.Neste ponto, ele completa o giro e volta em linha reta paralela à fila das balizas em direção à linha de chegada a toda velocidade. Será adicionada uma penalidade de 5 segundos para cada baliza que for derrubada
TRÊS TAMBORES



É também conhecida como Team Roping. Exige o trabalho de equipe e cooperação entre os dois laçadores: o “cabeceiro” o que laça a cabeça e “peseiro” o que laça os pés do bezerro. A prova consiste na ação conjunta de dois cavaleiros que se posicionam no brete, um de cada lado de saída do bezerro. Quando o animal rompe a barreira –corda colocada na frente do boi) o cabeceiro corre atrás dele em perseguição, meneando a corda , enquanto o peseiro segue um pouquinho atrás. O cabeceiro é quem laça primeiro e tem que acertar um dos três lugares permitidos, ou seja, ao redor dos chifres, ao redor de um chifre e da cabeça ou ao redor do pescoço. Depois enrola a corda no “pito” da sela. O segundo laçador laça então os pés do animal. A prova termina quando os dois laçadores se posicionam na frente um do outro com as cordas esticadas.
LAÇO EM BEZERRO
Prova de velocidade e precisão. Nela o laçador tem pela frente a tarefa de laçar um bez
erro de cerca de 40 dias e 120 quilos. A prova começa no brete quando o bezerro rompe a barreira (corda) e é perseguido pelo laçador. Esse, meneando o laço e com outra corda presa na boca, joga o laço na cabeça do bezerro, desce do cavalo e segurando-o pelas patas o joga no chão amarrando três patas juntas. Enquanto isso, o cavalo puxa fortemente a corda, ou seja, o suficiente para não deixar nenhuma folga, mas também não tão forte ao ponto de arrastar o bezerro.Amarrado o bezerro, o cavaleiro levanta as duas mãos indicando a finalização do trabalho. Se o concorrente não laçar o bezerro ou não levantar as duas mãos, esse tempo será computado. O tempo máximo para execução da laçada é de 120 segundos.
LAÇO EM BEZERRO
Prova de velocidade e precisão. Nela o laçador tem pela frente a tarefa de laçar um bez


É o estilo de montaria em cavalos mais antigo do rodeio americano. É considerada a modalidade com o maior grau de dificuldades, pela habilidade técnica que exige do atleta. O equipamento consiste em uma sela sem pito e sem baixeiro (capa feita em tecido grosso, colocada entre a sela e o lombo do animal). Com a mão de apoio o competidor segura uma corda de aproximadamente 1,20 metros, que está ligada ao cabresto. A outra mão, chamada de ponto de equilíbrio, não pode tocar em nenhuma parte do animal. No primeiro pulo, o competidor posiciona as duas esporas, sem pontas, em sua paleta. No segundo pulo ele puxa as esporas, passa pela barriga e chega até o final da sela , na traseira do cavalo.
MONTARIA EM CUTIANO
Quando o rodeio deixou de ser brincadeira para virar disputa entre os peões do interior brasileiro, a ação de montar em cavalos xucros ganhou o nome de estilo Cutiano. É pr
aticada em Barretos desde a primeira edição da festa no ano de 1956. Nessa modalidade é usado arreio (assento feito em couro), baixeira, peiteira e rédeas com duas canas –tiras de corda- que o peão segura com a mão de apoio. No primeiro pulo do animal o cowboy deve posicionar as esporas entre o pescoço e a paleta do cavalo. A partir do segundo pulo as esporas devem ser puxadas em direçãoà cava da paleta. As esporeadas aumentam o grau de dificuldade da montaria, uma vez que o cowboy fica mais solto sobre o animal. Por outro lado, isso significa que quanto mais esporeadas forem dadas, maiores as chances de se conquistar notas altas. O estilo Cutiano é praticado apenas no Brasil
BAREBACK


Neste estilo não existe estribo. O cowboy usa uma espécie de assento de couro "pequena sela", adaptado numa alça na espessura de 30cm, posicionando na cernelha (a crina e o dorso do animal). No primeiro pulo desta prova de oito segundos, as esporas são posicionadas no pescoço do cavalo. No segundo, na puxada simultânea das esporas, as esporas do cowboy devem tentar alcançar a alça do bareback próximo à sua mão. O cowboy fica em uma posição horizontal, batendo as costas na anca do animal enquanto a mão de equilíbrio permanece livre.

É praticada em todos os países em que o rodeio existe como esporte. Em Barretos foi introduzida no ano de 1979 e é a grande atração das arenas no mundo. Exige do cowboy muito preparo físico e mental. Na montaria em touros é usada a corda americana com polacos. O atleta tem que usar luvas de couro na mão que segura a corda e coletes de segurança. A montaria em touros exige coragem, equilíbrio, flexibilidade, coordenação e reflexo. O atleta só pode usar uma das mãos para manter-se em cima do animal e só é avaliado se ultrapassar os oito segundos exigidos para nota. Se encostar a mão erguida (mão de equilíbrio) em qualquer parte do corpo ou do animal será automaticamente desclassificado .

BULLDOGGING
Foi introduzido no Brasil em 1988 pelos irmãos Guilherme e Henrique Prata e por Paulo José Manno, os primeiros brasileiros a praticar a modalidade em Presidente Prudente. É praticado por dois competidores que têm como objetivo virar e derrubar ao chão um garrote no menor espaço de tempo. Um cavaleiro cerca o animal enquanto o outro trata de agarrar os seus chifres e derrubá-lo à unha, literalmente. Quem fica à direita do animal faz o trabalho de esteira, cercando o boi e não deixando que ele se distancie muito. O outro cavaleiro posiciona-se do lado contrário, tendo a função de saltar do cavalo em movimento sobre o touro usando as mãos para agarrar os chifres do animal e derrubá-lo ao chão. Exige técnica, velocidade e precisão do cavaleiro. O sincronismo entre os dois é essencial.
TEAM PENNING
TEAM PENNING
Este popular evento cronometrado é baseado nas tarefas originais dos cowboys ainda da era Western, sendo considerado dentro do rodeio como a prova de trabalho da família, na
maioria das vezes disputada por equipes formadas por avos, pais e filhos.Como o próprio nome diz, um time de três cavaleiros deve isolar (separar) três cabeças de gado especificamente identificados do rebanho e então colocá-las em um curral do lado oposto da arena em 90 segundos (atualmente 120 segundos) de tempo limite. O tempo começa a ser contado, quando o focinho do primeiro cavalo cruza a linha de partida e termina quando o gado estiver dentro do curral. Os cavaleiros devem separar o gado designado a eles, tomando cuidado, para não deixar que mais de 4 reses cruzem a linha de partida, causando a desclassificação. Todo o gado, exceto aqueles que estão sendo encurralados, devem ser mantidos do outro lado da linha que está o resto do gado quando o tempo for pedido, senão o time será desclassificado.

terça-feira, 22 de setembro de 2009
Festa do Peão

Festa do Peão A Festa do Peão de Boiadeiro surgiu no Brasil em 1956, a que se tem notícia a mais antiga encontrada no país, sem grandes pretenções. No início o intuito era divertir a população local, como no aniversário em 25 de agosto da cidade de Barretos, quando fazendeiros se organizavam e faziam apostas para ver qual deles tinham o melhor domador de cavalos. Somente em 14 de julho de 1955, um grupo de amigos se reuniu e decidiu que tinham que fazer algo que marcante para cidade, então criaram "Os Independentes" com o objetivo inicial de congregar jovens solteiros, maiores de 22 anos e moradores da cidade de Barretos a mais de 5 anos. Foi quando os "Independentes" começaram a organizar eventos como jogos de futebol..., porém a festa de Peão de Boiadeiro só foi realizada em 1956 No início haviam várias provas como pau de sebo, pega da leitoa, pega do garrote, prova das cadeiras. Hoje tudo mudou em relação à primeira Festa de Peão de Boiadeiro ou Rodeio, a festa conta com grande suporte técnico, efeitos e animais trazidos de outros países, principalmente dos EUA. Agora tudo é mais organizado, existindo até regras e associações de cavalos como a ABQM (Assoc. Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Quarto de Milha), onde são organizados competições em rodeios, feiras e exposições. Atualmente acontecem cerca de 1500 festas anuais, com um público estimado de mais de 30 milhões de pessoas. Portanto quem vai para o Rodeio, vai também assistir à um megashow, com músicas, provas e o principal muita festa.
Equipamento Nescessario Para Um Cowboy

1. chapéu ou capacete
Vestindo só um chapéu de cowboy ,o peão não é só tradicional, é prático também. O chapéu de cowboy oferece uma camada de proteção entre o crânio do vaqueiro e cascos afiados de um touro.
O chapéu do cowboy pode atuar como uma barreira,mais não ofereçe a proteção nescessaria. Para aqueles cowboys buscando proteção, capacetes e máscaras de proteção foram criadas para proteger a região da cabeça vulneráveis a levar golpes, enquanto a máscara protege tanto a face e mandíbula. O capacete é uma alternativa à máscara facial e protege o cranio totalmente,é uma questão de preferência pessoal. Alguns cowboys pode sentir que um capacete ou máscara restringe a sua visão, ou que o peso acrescentado perturba o seu equilíbrio e sincronismo. Muitas vezes cowboys passam a usar um capacete e ou uma máscara depois de lesões graves na cabeça, rosto ou lesão maxilar.
O chapéu do cowboy pode atuar como uma barreira,mais não ofereçe a proteção nescessaria. Para aqueles cowboys buscando proteção, capacetes e máscaras de proteção foram criadas para proteger a região da cabeça vulneráveis a levar golpes, enquanto a máscara protege tanto a face e mandíbula. O capacete é uma alternativa à máscara facial e protege o cranio totalmente,é uma questão de preferência pessoal. Alguns cowboys pode sentir que um capacete ou máscara restringe a sua visão, ou que o peso acrescentado perturba o seu equilíbrio e sincronismo. Muitas vezes cowboys passam a usar um capacete e ou uma máscara depois de lesões graves na cabeça, rosto ou lesão maxilar.
2.Colete:
colete, inventado por PBR Pecuária e ex-director Bull Rider Cody Lambert, é usado por atletas do mundo todo. Ela serve à dois propósitos principais: ele absorve o choque e dissipa o golpe para o corpo, protegendo o tronco perfurações causadas por contato direto com cascos de touro e chifres. Uma vez que os atletas começaram a usar o colete de proteção, o número de lesões internas caiu dramaticamente.
3. luva:
O cowboy usa apenas uma luva na sua mão equitação (a mão que prende a corda de touro). Esta luva de couro protege a mão do cowboy principalmente os dedos. Também torna mais fácil segurar a corda americana Os cowboys dão muita importacia para qualidade da luva, uma vez que a força do touro e do atrito da corda poderia facilmente rasgar uma luva durante uma montaria
4. Breu ou cola:
ajuda a luva do vaqueiro aderir à corda de touro. É uma substância pegajosa que fornece o cowboy um aperto extra.
5. Charrão (calça de couro)
Cada cowboys usa sua calça de couro. Estes são feitos , muitas vezes para exibir o logotipo dos patrocinadores de um vaqueiro, bem como diversos elementos decorativos. A calça de couro pode ser chamativa, mas fazem parte da armadura que adiciona uma camada de proteção para o vaqueiro contra um touro de chifres e cascos.
6. Corda americana:
A corda americana é um conjunto de corda trançada de nylon , que circunda a área do perímetro do touro por trás de suas patas dianteiras. A corda tem uma alça, construído parcialmente em couro trançado que serve como âncora do vaqueiro, para a duração da sua montaria. A maioria dos cowboys passam a corda através do seu dedo mindinho ou índice, porém, alguns peões preferem usar um envoltório de suicídio, que é mais difícil de sair e aumenta as chances de um cowboy ficar pendurado ao seu touro.
As cordas americanas brasileiras são as preferidas de vários dos cowboys tops em touro. A corda americana brasileira varia na construção das tranças nos Estados Unidos, e são ligeiramente mais largas. A principal diferença para aqueles que utilizam a corda brasileira é que a corda é puxada do lado oposto. Por exemplo, um indivíduo a cavalo com a mão direita teria puxado a corda do lado esquerdo e vice-versa, se ele está usando uma corda americana brasileira.
As cordas americanas brasileiras são as preferidas de vários dos cowboys tops em touro. A corda americana brasileira varia na construção das tranças nos Estados Unidos, e são ligeiramente mais largas. A principal diferença para aqueles que utilizam a corda brasileira é que a corda é puxada do lado oposto. Por exemplo, um indivíduo a cavalo com a mão direita teria puxado a corda do lado esquerdo e vice-versa, se ele está usando uma corda americana brasileira.
Caso contrário, a corda é puxada a partir do mesmo lado da mão com a qual ele está montando.
7. Botas
As botas dos cowboys são muito importantes porque alem de proteger os pés elas servem para encaixar as esporas que auxiliam o cowboy para manter-se equilibrado em cima do touro.
Outros Equipamentos:
Protetor bucal ,esporas,munhequeiras etc...
sábado, 19 de setembro de 2009
LANE FROST
Uma história linda sobre a vida o grande legendario Lane Frost. Aqui vamos falar um pouco sobre a emocionante vida desse campeão.
LANE FROST
Lane Frost nasceu em Oklahoma. Em 1968, Lane já montava carneiros em rodeios mirins. Seu pai, Clyde Frost, foi campeão nacional 5 vezes em montaria em cavalos. Lane foi campeão do rodeio juvenil, desde pequeno usava uma pena em seu chapéu, e dizia ser sua marca registrada. Em um rodeio em Dell Rio, sofreu

CARREIRA PROFISSIONAL
Frost juntou a AEP
e começou rodeoing tempo inteiro depois de se formar no colegial em 1982. Em 1987, ele realizou um sonho ao longo da vida, quando ele se tornou a PRCA Campeão do Mundo Bull Rider com a idade de 24. Nesse mesmo ano, o grande touro Red Rock ", de propriedade da Growney Bros Rodeo Company, foi votado Bucking Bull of the Year. Em 309 tentativas, ninguém tinha montado "Red Rock", e em 1988, no Desafio dos Campeões, Frost montou "Red Rock" em sete jogos de exposições e foi bem sucedido em quatro de sete tentativas. Frost passou a competir no Jogos Olímpicos de Inverno em Calgary, Alberta, Canadá. Esta foi a primeira vez que um rodeio exposição foi realizada no Jogos Olímpicos.

UMA MORTE PREMATURA
Em 30 de julho de 1989, no Cheyenne Frontier Days Rodeo em Cheyenne, Wyoming, Depois de completar uma bem sucedida viagem de 85 pontos em um touro chamado "Taking Care of Business", Frost desmontou e caiu na lama. O touro girou e bateu no lado com seu chifre, quebrando vários Frost costelas. Lane inicialmente levantou-se e começou a correr em direção ao chutes. Como ele estava funcionando e sinalizando para ajudar, ele desmaiou e sofreu a queda provocou a costelas quebradas para cortar sua esquerda pulmão e separarão os artéria pulmonar. Lane foi levado para o Hospital Memorial. Depois de descobrir que sua coração era irreparável, os médicos Lane pronunciado morto. Não autópsia foi realizada. Frost postumamente 3 terminado no evento. "Taking Care of Business" passou a aparecer em 1990 National Finals Rodeo.

Estátua de Lane Frost em Cheyenne, Wyoming
Frost é enterrado ao lado de seu herói e mentor Freckles Brown no Cemitério em Olivet Hugo, Oklahoma.
Legacy
Após a morte prematura de Lane, Cody Lambert, Um de seus parceiros de viagem, e um dos fundadores do Professional Bull Riders (PBR), criou o protetor colete que todos os vaqueiros profissionais agora deve usar ao montar touros.
Em 1994, o filme biográfico baseado na vida de Frost, 8 Segundos, Foi liberado. Luke Perry Frost retratado no filme.
Memory Lane foi honrada de muitas maneiras. A equipe médica para o campeonato PBR é nomeado após a geada. A Lane Frost Saúde e Centro de Reabilitação do Hugo, Oklahoma é dedicado à sua memória. Seus pais vivem em Lane, Oklahoma, e viajar para muitos rodeios em todo o país fazendo discursos em sua memória. Country Star Music Garth Brooks homenagem a geada em seu videoclipe para o single "The Dance", como fez a banda de nu metal KoRn em seu vídeo-clip da música "Hold On".
Frost foi introduzido no Pro Rodeo Hall of Fame, em Colorado Springs, Colorado em agosto de 1990, bem como o Cheyenne Frontier Days Hall of Fame, o Texas Cowboy Hall of Fame em Fort Worth, Texas, Oklahoma Sports Museum, assim como o Ring of Honor PBR em 1999.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
HISTORIA DO RODEIO


Estaremos tratando aqui de uma paixão nacional para muitos brasileiros: O RODEIO
Nos Estados Unidos, o rodeio é um esporte bastante divulgado, principalmente no estado do Texas e nos estados próximos a ele. No rodeio existe uma fé muito grande pois todos os peões, ou melhor, os Senhores Cowboys são abençoados no início da festa com uma oração feita pelo locutor.
Origens e Crescimento
Depois de vencer a guerra contra o México no século XVII, Os colonos norte-americanos acabaram adotando costumes de origem espanhola. As festas mexicanas e a doma foram o começo. Depois veio o rodeio, que pegou o rumo das fazendas de gado no Centro-Oeste.
Em 1869, a cidade de Colorado sediou a primeira prova de montarias em sela, no Deer Trail. Ranchos e fazendas, em ambientes parecidos com filmes de faroeste, serviam de cenários para provas espontâneas. Comum a todos os vaqueiros, tais " diversões " testavam habilidades típicas como o "bronc" que testa a montaria e o laço. Entre 1890 e 1910, o rodeio surgiu como entretenimento público, em vários eventos do Oeste, celebrações de julho e as convenções pecuárias.
O Rodeio veio a ser reconhecido como um esporte competitivo durante as primeiras décadas do vigésimo século. Eventos anuais atraíram audiências regionais e concorrentes ao longo do Oeste. Em meados de 1920, campeonato em Boston e na Cidade de Nova Iorque estavam atraindo a atenção em um âmbito nacional para o novo esporte.
Em 1869, a cidade de Colorado sediou a primeira prova de montarias em sela, no Deer Trail. Ranchos e fazendas, em ambientes parecidos com filmes de faroeste, serviam de cenários para provas espontâneas. Comum a todos os vaqueiros, tais " diversões " testavam habilidades típicas como o "bronc" que testa a montaria e o laço. Entre 1890 e 1910, o rodeio surgiu como entretenimento público, em vários eventos do Oeste, celebrações de julho e as convenções pecuárias.
O Rodeio veio a ser reconhecido como um esporte competitivo durante as primeiras décadas do vigésimo século. Eventos anuais atraíram audiências regionais e concorrentes ao longo do Oeste. Em meados de 1920, campeonato em Boston e na Cidade de Nova Iorque estavam atraindo a atenção em um âmbito nacional para o novo esporte.
Os Promotores e os Tropeiros
O Rodeio saltou de esporte de vaqueiro a entretenimento público pelos esforços dos promotores. No espírito de empresários do Espetáculo do Oeste Selvagem, estes homens viram a oportunidade de fazer do rodeio um grande evento americano. A visão deles/delas e a habilidade organizacional, ajudaram a popularizar o rodeio além das fronteiras americanas. Hoje, tais promotores individuais foram substituídos em grande parte por comitês locais de rodeio.
Uma parte integrante de rodeio do rodeio do século vinte, são os tropeiros que provêem os cavalos e touros que são essenciais ao esporte. Os tropeiros devem ser homens de negócios, sãos enérgicos, como também são excelentes juizes de gado. Hoje, há quase cinqüenta tropeiros que provêem animais vivos para o mais de 600 rodeio sancionados pela PRCA nos Estados Unidos a cada ano.
Uma parte integrante de rodeio do rodeio do século vinte, são os tropeiros que provêem os cavalos e touros que são essenciais ao esporte. Os tropeiros devem ser homens de negócios, sãos enérgicos, como também são excelentes juizes de gado. Hoje, há quase cinqüenta tropeiros que provêem animais vivos para o mais de 600 rodeio sancionados pela PRCA nos Estados Unidos a cada ano.
Organização
Fundada em 1929, a Associação de Rodeio da América (RAA- Rodeo Association of America) era um corpo de gerentes e promotores que trouxeram estrutura para programação de rodeio. O RAA sancionou eventos, juizes selecionados e prêmios de bolsa estabelecidos e sistemas de ponto para determinar os campeões gerais. Desde 1946 a organização agiu como a Associação de Rodeio Internacional (IRA - International Rodeo Association).
Concorrentes do rodeio permaneceram independentes e desorganizados até 1936, quando um grupo robusto formou a Cowboys Turtle Association (CTA), durante uma greve em Boston no Campeonato Mundial. O CTA buscou prêmios maiores, juizes competentes e aplicação de regras uniformes ao longo do sistema de rodeio. Em 1945 o CTA se tornou a Associação de Cowboys de Rodeio (RCA - Rodeo Cowboys Association), e era associada a Associação Profissional de Cowboys de Rodeio (PRCA - Professional Rodeo Cowboys Association) em 1975.
Concorrentes do rodeio permaneceram independentes e desorganizados até 1936, quando um grupo robusto formou a Cowboys Turtle Association (CTA), durante uma greve em Boston no Campeonato Mundial. O CTA buscou prêmios maiores, juizes competentes e aplicação de regras uniformes ao longo do sistema de rodeio. Em 1945 o CTA se tornou a Associação de Cowboys de Rodeio (RCA - Rodeo Cowboys Association), e era associada a Associação Profissional de Cowboys de Rodeio (PRCA - Professional Rodeo Cowboys Association) em 1975.
Profissionalismo
Entre 1950 e 1970, houve um crescimento das organizações trazendo profissionalismo para o rodeio. A formação da National Intercollegiate Rodeo Association (NIRA) em 1948 foi a base para expansão do rodeio as novas gerações de cowboys. A criação da NFR - Final Nacional de Rodeio em 1959 fez com que o campeonato se tornasse mais profissional pois os 15 cowboys de cada modalidade tem que participar de ínumeros circuitos regionais para conquistarem pontuação suficiente para concorrerem a premiação final.
Durante os anos cinqüenta, com uma melhor administração, maior atenção das mídia de esporte e aumento do número de eventos , prêmios e freqüência, trouxeram mudanças dramáticas para o rodeio.
Com tais incentivos, muitos cowboys surgiram " no circuito ", exercendo a atividade em tempo integral e evoluiram de artistas ocasionais à atletas profissionais de destaque nacional. O Rodeio continuou se organizando pelos anos cinquenta. Publicações da associação, como a Hoofs and Homs e The Buckboard ajudaram a criar uma identidade comum entre o esporte e muitos participantes. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos dos grandes cowboys se alistaram as forças armadas. Porém, o esporte continuou como um capital patriótico que eleva o evento em defesa do esforço de guerra. A prática do rodeio, e as regras para seu uso, continuaram sendo refinadas.
Os anos cinqüenta são conhecidos como a "Idade Dourada de Rodeio" porque os grandes campeões, como Jim Shoulders, Casey Tibbs, Bill Linderman e Harry Tompkins dominaram o esporte. Em recentes décadas, os ranchos de treinamento, como os realizados por Jim Shoulders e Larry Mahan, contribuíram ao desenvolvimento e performance de atletas de rodeio profissionais.
O profissionalismo crescente, sucesso e altos prêmios no rodeio criaram uma "nova raça de cowboys" que são bem-viajados e bem-educados, articuladores e empreendedores. Como acontece com outros atletas profissionais, os cowboys de rodeio passaram a se preocupar com a condição física e medicina no esporte moderno, para poder manter a competitividade e suportar uma longa temporada no ano.
Durante os anos cinqüenta, com uma melhor administração, maior atenção das mídia de esporte e aumento do número de eventos , prêmios e freqüência, trouxeram mudanças dramáticas para o rodeio.
Com tais incentivos, muitos cowboys surgiram " no circuito ", exercendo a atividade em tempo integral e evoluiram de artistas ocasionais à atletas profissionais de destaque nacional. O Rodeio continuou se organizando pelos anos cinquenta. Publicações da associação, como a Hoofs and Homs e The Buckboard ajudaram a criar uma identidade comum entre o esporte e muitos participantes. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos dos grandes cowboys se alistaram as forças armadas. Porém, o esporte continuou como um capital patriótico que eleva o evento em defesa do esforço de guerra. A prática do rodeio, e as regras para seu uso, continuaram sendo refinadas.
Os anos cinqüenta são conhecidos como a "Idade Dourada de Rodeio" porque os grandes campeões, como Jim Shoulders, Casey Tibbs, Bill Linderman e Harry Tompkins dominaram o esporte. Em recentes décadas, os ranchos de treinamento, como os realizados por Jim Shoulders e Larry Mahan, contribuíram ao desenvolvimento e performance de atletas de rodeio profissionais.
O profissionalismo crescente, sucesso e altos prêmios no rodeio criaram uma "nova raça de cowboys" que são bem-viajados e bem-educados, articuladores e empreendedores. Como acontece com outros atletas profissionais, os cowboys de rodeio passaram a se preocupar com a condição física e medicina no esporte moderno, para poder manter a competitividade e suportar uma longa temporada no ano.
Rodeios
Criada para homenagear o Peão de Boiadeiro, importante personagem da história econômica e cultural do Brasil, a Festa tem nos rodeios sua principal e mais autêntica atração.
Uma das provas é o rodeio completo, composto de oito modalidades: montaria em Cavalo nos estilos Cutiano, Sela Americana e Bareback, montaria em Touro, Laço de Bezerro, Laço em Dupla, Bulldogging e Três Tambores
Uma das provas é o rodeio completo, composto de oito modalidades: montaria em Cavalo nos estilos Cutiano, Sela Americana e Bareback, montaria em Touro, Laço de Bezerro, Laço em Dupla, Bulldogging e Três Tambores
COUNTRY UM ESTILO DE VIDA

É preciso ter estilo até no vestuário
Definindo o jeito de ser das pessoas, o estilo country também dita sua moda, mas é preciso saber usá-la. Estilo é o que faz de você único, e o seu modo de dizer ao mundo "sou singular". Por isso, o estilo é mais do que uma maneira de se vestir, é um modo de ser, viver e de agir. São suas escolhas particulares, suas preferências, desejos e até mesmo suas fantasias.Estilo são os modos, não as modas e os modismos. A moda é um proposta da indústria. O estilo é um escolha pessoal. Embora possa parecer estranho, na verdade o estilo não tem muito a ver com moda. Ela passa, o estilo permanece.
TER ESTILO
Diante de tantas e tão variadas ofertas da moda, o estilo entra e se impõe. Faz sua escolhas, elege alguns itens, dispensa outros. Seleciona, separa, organiza, até ficar com o que combina com seus traços - resgata apenas aquilo que se parece com ele.Mas ter estilo não se resume ao mero ato da escolha. Tem que ser uma escolha proposital, informada, precisa. Senão, qualquer um teria estilo: "Afinal, todos escolhem - de um forma ou de outra - o que vai vestir, como se apresentar,
a maneira de viver..." você pode dizer. Ora, é justamente neste de "uma forma ou de outra" que está a diferença.Quem tem estilo faz escolhas de forma consciente, coerente e sistemática com o objetivo de ser visto exatamente como planejou. Mais do que o ato de escolher, quem tem estilo faz um depoimento de si mesmo, com toda nitidez.Estando presente num dos maiores rodeios do mundo, a Festa do Peão do mundo, a Festa do Peão de Barretos, SP, podemos nos certificar que o ridículo pode estar ainda mais próximo do que realmente imaginamos...Para aqueles que foram conhecer e divertir, um chapéu, um jeans, uma bota e um cinto já sintonizam a pessoa totalmente no estilo de ser western.Franjas, couro, vinil, tachas, bordados, brilho e colante só tendem a acrescentar ao vestuário country, mas o exagero de um forma maneirada cai no ridículo, e você passa a se "fantasiar", correndo o risco de ser tachado de "brega", ao invés de "estar" naquele determinado estilo. Rodeio e festas countrys já acontecem há mais de 40 anos no Brasil, mas foi somente a partir de uns 4, 5 anos para cá que este segmento passou a se definir e crescer no mercado brasileiro. Atualmente, a moda country é, sem duvida, o estilo em maior ascensão no Brasil. Ela chegou de forma tão agressiva que mesmo nas grandes capitais - bares, casas noturnas, confecções, tecelagens, decoração e acessórios - até muito recentemente poucos tinham ouvido falar deste estilo, e estes já estão adaptando seu operacional, seu repertório ou até mesmo sua gama de padronagens para atender a essa segmentação que até dita um estilo de vida. Lembre-se: a beleza pode ser cuidada, realçada, domada, fabricada. Cabelos podem ser alisados, encrespados, cortados, tingidos. A pele pode ser tratada, pintada, esticada, refeita. A natureza põe e ajeita, felizmente, dispõe!"

A moda para curtir a festa das festas
Uma das grandes atrações do mundo rural, por ocasião dos rodeios, é o desfile de tipos, caras e bocas e os figurinos impecavelmente combinados no estilo cowboy. Não adianta tentar escapar. Quem ousar vestir-se de outra forma vai sentir-se fora da festa, quase como um intruso.O grande "barato" de quem vai apenas assistir, ou passear, é integrar-se àquela atmosfera country, viver com vontade o clima de filme western que se cria em todo o rodeio digno do nome. Para i sso, estar vestido de acordo com as melhores tradições rurais, já é um grande começo. A seguir, algumas dicas da moda country dos rodeios paulistas:Para o peão que compete nas provas, o chapéu é o símbolo mais tradicional, sempre acompanhado da calça de couro abotoada na altura da coxa, ou seja, da cintura até o joelho e camisa de manga comprida, normalmente muito coloridas e com mensagens do patrocinador.Não é difícil reconhecê-los. Normalmente de aspecto rude (no bom sentido, é claro!) e com a pele bronzeada pela saudável (e árdua) vida nas fazendas, suas roupas são geralmente resistentes e confortáveis, adequadas ao trabalho que executam. Em dias de festa, evidentemente, também se calçam as melhores botas, envernizadas e adornadas pelos mais variados enfeites, bem como o chapéu de abas largas que dá o toque final e a dignidade ao verda deiro cowboy. Já durante ao provas, nota-se que os trajes são mais despojados e nem sempre tão "glamourosos", pois, na maioria das vezes, passam por peripécias que nós, " cowboys do asfalto" nem em sonhos poderíamos imaginar!A sucessão de tombos, cambalhotas e coices é tão garantida, que não há roupa que resista, a não ser o traje descrito acima, projetado para essa vida tão "emocionante"!Durante a festa, nos elegantes camarotes dos patrocinadores , nos bailes e no agito geral que envolve qualquer rodeio, a moda, o bom senso e, porque não, o bom gosto, recomenda m que se usem roupas confortáveis como jeans básicos, botas ou botinas, camisas listadas e chapéus, muitos e variados chapéus. De uns tempos para cá, entretanto, a parcela mais jovem dos freqüentadores de rodeios, bem como o investimento pesado de alguns patrocinadores, está trazendo para a moda country um acessório que há muito tempo ganhou as ruas e as cabeças de nossos adolescentes: o boné De fato, é cada vez mais comum assistir a um interminável desfile de animados teenagers com suas cabeças enfeitadas pelos mais variados tipos de boné. Na sua maioria, para não fazer feio ao lado dos tradicionais chapéus, os mesmos são decorados com motivos e dizeres rurais (chifres, ferraduras, cavalos, estrelas, etc.) Alguns aficionados mais radicais arriscam adornos especiais em seus trajes, como botas com detalhes em metal, visto dos cintos com fivela "discretíssimas" e todo o mais que a criatividade (e o bolso) permitirem. Na verdade, esta moda vale também para as mulheres, respeitadas as inevitáveis (e abençoadas) diferenças, claro. No seu conjunto, um evento destes, apresenta um visual muito bonito, até elegante, apesar de um pouco padronizado.Como em qualquer outro ambiente, também o rodeio as grifes da moda exercem sua ditadura sobre os seguidores. Normalmente, no principais cama rotes, o desfile de roupas e acessórios importados, bem como de marcas nacionais consagradas nesse estilo, desfilam num movimento ininterrupto, dando um pouco conta não só do gosto pessoal de algumas figuras carimbadas da badalação, como, principalmente, do tamanho e saúde de suas contas bancárias. Tudo é perdoável nessa hora, ao misturarem-se a elite endinheirada local, sempre disposta a mostrar que é na terra que se colhem os melhores "frutos", e os "curiosos" urbanos, descolados em geral, mauricinhos e patricinhas, socialites e "monecas" contratadas pelos patrocinadores para embelezar a festa, só Deus sabe o que pode acontecer. Nosso conselho? Entre e divirta-se, mas cuidado para não exagerar, ai em vez de você se tornar um cowboy ou uma cowgirl você pode se tornar um cafoboy ou uma cafogirl.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O COUNTRY ESTÁ NA MODA , NAS RUAS E NAS PASSARELAS


Botas, chapéus, franjas e camisa xadrez. Vc já pensou em usar? Pois é além da moda COUNTRY ser chique ela está em alta.

Botas, chapéus, lenços, óculos, roupas com franja ou até mesmo bota eles estão com tudo, o country chique esta na moda!
O chapéu que já foi usado no inverno promete ficar no verão, claro que ele não é do tamanho dos chapeis para se usar em rodeio por exemplo, mas cada um tem um toque de elegância. O mais interessante é que são de todas as cores e estilos.
O lenço no pescoço também esta de volta, você pode ousar e abusar de varias maneiras de usa-lo.

O óculos é um dos acessórios mas cobiçados, e sua armação é muito estilosa, os mais usados são os espelhados.
Carteiras e botas de couro também fazem sucesso


JULIANO CÉSAR



Olhem só quem apareceu na loja sábado passado (05/09/09)
Juliano Cesar iniciou sua carreira de cantor em 1985, antes ele trabalhou como peão de rodeio e fazendeiro.
Seu primeiro álbum reuniu música de grandes astros de música sertaneja.
Em 1990 lançou o 1º disco oficil que trazia em seu repertório a música "NÃO APRENDI DIZER ADEUS".
Mai tarde Juliano decidiu se dedicar ao estilo musical qie ele mais gostava: o country brasileiro.
Já foi apresentador e em 2008 completou 23 anos de carreira comemorando com a gravação em Ribeirão Preto do seu mais novo DVD, que tem a participação de vários artistas, entre eles Fernando e Sorocaba, Mato Grosso e Mathias, Jorge e Mateus, além de vários outros.
Entre seus sucessos temos: Cowboy Vagabundo, Do outro lado da rua, meu amor fugiu de mim, Risca Faca, e muitos outros que fazem sucesso no mundo country e sertanejo.